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O Segredo J – Carlos Lopes

Semana passada, tive uma grata surpresa na fanpage do blog! A Luciana Sendyk, uma querida, entrou em contato comigo para falar sobre o livro O Segredo J, do Carlos Lopes. Ela me enviou a sinopse e depois o primeiro capítulo. Achei muito legal e resolvi deixar a dica aqui.

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Segue a sinopse:

“Em 1943, durante a Segunda Grande Guerra, o presidente norte-americano Franklin Groosevelt esteve em Natal no Rio Grande do Norte para “cobrar” o apoio de Tertúlio Fragas, o presidente nada democrático do Brasil. Nessa reunião é revelado um segredo que obrigaria Fragas a tirar a própria vida anos depois. Em 1968, com a promulgação do quinto Ato Institucional, que cassa o povo e o Congresso, o jornalista Jonas Jovem é preso enquanto revolucionários sequestram embaixadores e os americanos preparam-se para conquistar a Lua. Exilado, Jonas percorre os submundos de Nova Iorque, Londres, Rio de Janeiro e Paris ao lado de figuras como Sick Jegue e Brian Jonas da banda inglesa The Coming Home; os compositores Raul Orixás Queixas e Paulo Lebre; o guitarrista Jimi Hemps; a cantora de blues Jane Jocklin; Jim Jorrison, o vocalista da banda The Windows e o guitarrista dos Beatels, John Lendo. Todos, incluindo os presidentes brasileiros cassados pela “revolução” de 1964, buscam o auxílio de uma outra “raça” enquanto tentam tornar público “O Segredo J”…”

Misturando personagens muito conhecidos e fatos históricos, com elementos fantásticos, o autor consegue prender sua atenção logo no começo da história.

Particularmente, amo ler sobre esses períodos da história brasileira (Era Vargas e Ditadura Militar) e estou ansiosa pelo desenrolar da história. Um ponto alto, com certeza, será a personagem inspirada em Janis Joplin.

Encontrei o e-book na Amazon. Inclusive, está disponível para o Kindle Unlimited. Vale a pena conferir!

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#Resenha: O Tempo e O Vento – Érico Veríssimo

E, depois de alguns meses, finalmente terminei O Tempo e O Vento. Junto com a satisfação de praticamente um dever cumprido, vem aquela tristeza, tão familiar aos leitores, que em maior e menor grau temos ao terminar uma história. No caso de O Tempo e o Vento é uma tristeza como a perda de sua própria família. Porque é assim que os Terra, Quadros e Cambará passam a habitar em meu coração, como família. Seus amigos queridos são meus e suas dores, sinto-as todas. Apaixono-me e exaspero-me com seus personagens. Os julgo como julgaria os que estão a minha volta e a mim mesma. Não são todas as leituras de nossas vidas que nos trarão uma carga de sentimentos tão grande, que espelharão nossa alma, que nos farão amar e odiar, e repensar nosso posicionamento perante a vida. Infelizmente, não são todas. Por isto, não tenha dúvidas em se aventurar por estas páginas.

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O Tempo e O Vento conta a história do Rio Grande do Sul juntamente com a história da família Terra Cambará. Dividido em três partes: O Continente, O Retrato e O Arquipélago. Desde o tempo das missões, com Pedro Missioneiro e seu encontro com Ana Terra, Érico Veríssimo nos traz uma história mágica e envolvente, que te faz sentir parte daquela terra, de sua tradição e de seu povo. Repleta de mulheres fortíssimas e homens profundamente apaixonados, seja por uma mulher, por sua terra ou pela guerra. Traz personagens inesquecíveis, como Ana, um certo Capitão Rodrigo, Bibiana, Maria Valéria e, por que não, Rodrigo, que me levou às raias do desespero com seu egocentrismo, mas que acabei por amar, sem perceber bem quando. Também traz personagens dúbios e misteriosos, como Luiza, e outros tão sólidos e, à primeira vista, simples, como Toríbio e Liroca (tão fáceis de amar). Além de Floriano, no qual enxergo todas as minhas dúvidas e incertezas, toda a sensação de ver a vida passar, sem ter a certeza de estar participando.

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Não tem como explicar facilmente o que é esta saga e o que ela lhe proporciona. Talvez por isto, esta resenha seja tão emocional. Fica a tentativa de que você leia, simplesmente, e que possa ter esta mesma sensação que tenho ao final.

“O vento uiva, fazendo matraquear as vidraças. Bibiana Terra Cambará sorri, leva o indicador aos lábios, como a pedir silêncio, e, estendendo a mão na direção da janela, sussurra:

– Está ouvindo?”

O Continente – Vol. II

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#Resenha: Cuco – Julia Crouch

Comecei a ler Cuco com um pé atrás. Apesar de já ter visto o livro na grande maioria dos bookshelf tours que assisti, as opiniões sobre ele eram bem negativas. A mesma coisa acontecia no Skoob. Mas, mesmo assim, resolvi dar uma chance. E acabei gostando muito!

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O livro conta a história de Rose, que vive uma vida tranquila, em uma casa construída em uma cidade pequena, praticamente no campo. Apesar de seu casamento com Gareth ter sofrido algumas turbulências, recentemente, o término de sua nova casa e a chegada de sua segunda filha parecem selar o começo de um período de paz.

Rose é a típica dona de casa perfeita dos anos 60. Adoro os trabalhos domésticos e sua grande aspiração é educar bem suas filhas e viver tranquilamente, longe dos perigos da cidade grande.

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Mas tudo muda quando sua amiga de infância Polly liga para dizer que seu marido morreu em um acidente de carro e que ela está voltando para os Estados Unidos, com seus dois filhos. A relação entre Rose e Polly sempre foi muito estreita. Passaram uma infância terrivelmente difícil, apoiando-se sempre uma na outra.

Rose então decide convidá-la para morar com eles por um período, até que ela consiga atravessar o luto e se reestabelecer. O convite logo gera uma grande tensão com Gareth, que apesar de ter sido amigo do marido de Polly, não consegue suportá-la. Mesmo assim, acaba acatando a vontade de Rose.

Mas quando Polly chega, tudo começa a mudar. Acidentes inexplicáveis e segredos do passado começam a vir a tona. Nada era tão perfeito quanto parecia!

A leitura é muito rápida! A primeira parte é um pouco cansativa, mas do meio para o final fica difícil largar o livro. Gostei até mesmo do final, que foi muito criticado. Achei que foi coerente com a personalidade dos protagonistas, principalmente com o desejo de Rose de manter tudo perfeito. A única grande crítica fica pela falta de confrontos. Muitas vezes, você está aguardando ansioso por um diálogo, em que tudo seja colocado às claras, e ele nunca acontece.

Mesmo assim, gostei e recomendo. Me lembrou muito A Mão que Balança o Berço!

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#Resenha: #Girlboss – Sophia Amoruso

#Girlboss tem como subtítulo, na edição brasileira, a frase: Inspiradora história da executiva de 100 milhões de dólares, CEO da Nasty Gal. Ou seja, um livro de conselhos profissionais de uma grande empresária. Não se encaixa nas minhas categorias preferidas de livros. Mas, há algo muito diferente neste, que é justamente a história de vida da Sophia, que começou sua carreira com uma loja de roupas vintage no eBay.

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Sophia tem uma grande sacada já no começo de seu livro, colocando uma hilária linha do tempo de sua vida, que termina com:

“2006: Eu tenho uma hérnia, o que significa que preciso arrumar um emprego para ter seguro saúde. Eu encontro um, checando identificações no lobby de uma faculdade. Eu tenho muito tempo livre, então eu fico navegando na internet e abro uma loja no eBay chamada Nasty Gal Vintage.

2014: Eu sou CEO de uma companhia de 100 milhões de dólares com um escritório gigante em Los Angeles, um centro de distribuição e entrega em Kentucky e 350 empregados.”

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E é lógico que você fica entusiasmado para saber como uma mudança dessas ocorreu em tão pouco tempo. Mas isso não é o grande atrativo do livro, a personalidade de Sophia é. Ela é uma pessoa completamente fora do convencional. Saiu de casa muito cedo, detestava a escola, nunca foi para a faculdade e vivia sendo despedida dos empregos que arranjava. Além disso, passou grande parte de sua adolescência viajando de carona e roubando lojas. O perfil que qualquer pessoa consideraria completamente inapto para o sucesso.

Mas quando ela abre sua loja no eBay, a Nasty Gal Vintage, e vende sua primeira peça, sua vida começa a mudar. Ela finalmente achou algo pelo que realmente era apaixonada para trabalhar. E garimpando roupas em brechós, preparando as peças, vendendo nos leilões do eBay e fazendo verdadeiros editoriais para atrair clientes, ela começa a erguer a grande empresa que possui hoje.

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A Nasty Gal é uma marca jovem, que nasceu com a prerrogativa de vender peça únicas, respeitando a personalidade de suas clientes. E isso também é passado neste livro. Não é um manual de passos para o sucesso, são dicas de uma pessoa que alcançou grandes objetivos, sendo diferente dos demais e que deseja que você também use sua individualidade e criatividade para ser bem sucedida.

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Livro muito divertido e com sacadas excelentes!

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#Resenha: A Lista Negra – Jennifer Brown

Sabe aquele livro que mexe fundo com você? Foi assim com A Lista Negra, da Jennifer Brown. Não tinha ouvido falar sobre este livro até pouco tempo atrás, mas assim que assisti um vídeo falando sobre ele, já me interessei e passou para o topo da minha must read. E não me arrependi, o livro é sensacional.

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Valerie Leftman é uma estudante do ensino médio que não se encaixa nos padrões da maioria, tem poucos amigos e namora Nick, que também sempre fugiu do padrão. Além do bullying constante que sofre na escola, Val passa por vários problemas em casa. Seus pais praticamente não se falam e quando o fazem é somente para brigar. Um dia, cansada de tudo, ela resolve fazer uma lista com todas as pessoas e situações que lhe perturbam e que ela gostaria que desaparecessem, A Lista Negra. Ela nem ao menos iria mostrar esta lista para ninguém, era somente um desabafo muito pessoal, mas Nick um dia pega seu caderno e resolve participar também. A vida de Nick também é muito complicada, apesar de frequentar uma escola em que a maioria dos alunos possui uma vida financeira confortável, sua situação familiar é bem diferente. Sua mãe parece não ligar muito pra ele e ele já teve vários padrastos. Apesar de tudo isto, ele é muito inteligente e oferece à Val todo o carinho e apoio que sempre lhe faltaram. Mas Nick também tem um lado sombrio, passa muito tempo pensando na morte, fica obcecado quando houve sobre um tiroteio em uma escola e muitas vezes a raiva que sente chega a assustar Val. Isto tudo piora quando Nick passa a andar muito com um amigo problemático e a se drogar com frequência.

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Quando Val é mais uma vez perturbada por uma colega de classe no ônibus a caminho da escola, ela chega para reclamar com Nick e ele lhe diz que irá resolver a situação. O que ela não podia prever é que ele iria começar um tiroteio em sua escola, que culminaria com a morte de vários alunos e um professor. Apesar de já terem discutido sobre isto, em teoria, Val nunca levou a questão a sério. E nunca cogitou que Nick a levasse também. Ela, então, entra em desespero e tenta impedi-lo. Leva um tiro ao se colocar na frente de uma das colegas que mais a fez sofrer e acorda no hospital para descobrir que Nick se matou e que ela está em um grande problema. A lista é descoberta e todos pensam que ela foi cúmplice.

A história do livro começa com a volta de Valerie para a escola, depois do tiroteio e de meses de recuperação. Acompanhamos sua readaptação, as reações de seus colegas, das vítimas que sobreviveram e dos amigos das pessoas que morreram. A história é muito dolorida e consegue abrir feridas antigas também. Impossível não voltar à sua época de escola e se colocar no lugar dos personagens. Mas, pra mim, o mais pesado foi a relação de Valerie com seus pais. O relacionamento ruim deles acaba piorando muito depois do tiroteio. Saber que até seus pais tem medo dela ou a culpam pesa muito para a personagem.

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Uma história que realmente consegue te tocar e te fazer refletir sobre muitas coisas. Já ouvi várias pessoas falando sobre como este livro deveria fazer parte da grade escolar e concordo plenamente. Talvez poderia impedir grandes danos, principalmente às vítimas de bullying. Excelente!

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#Resenha: Madame Bovary – Gustave Flaubert

Madame Bovary foi publicado em 1857 e causou uma grande comoção, para não dizer escândalo! Seu autor inclusive enfrentou um processo: foi acusado de ofender a moral e a religião. Um dos primeiros romances da escola realista, o livro critica abertamente o período que o antecedeu, o romantismo, além de, através de um de seus personagens, fazer críticas pesadas ao catolicismo.

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A história começa contando sobre a vida de Charles Bovary, um menino não excepcionalmente inteligente e pobre, que através de grande esforço, se torna médico. Charles não é um homem com grandes ambições ou aventureiro, a única que deseja é levar uma vida tranquila, com a família que criar. Ele se casa com uma viúva, mas não é apaixonado por ela. Em uma de suas visitas, para tratar um paciente, conhece sua filha, Emma e logo se encanta. Emma parece ser tudo que um homem poderia querer, educada em um colégio católico, toca piano e, desde que sua mãe faleceu, dirige a casa para seu pai. Quando a esposa de Charles morre, a decisão de casar-se com Emma vem naturalmente.

Logo depois de se casarem, Emma começa a se ressentir de sua vida pacata. Leitora assídua de grandes romances, não consegue enxergar em sua vida as grandes paixões que achou que viveria. Tudo isto culmina quando vai à um baile, em um castelo. Lá ela dança com um visconde, vê as pessoas tão bem vestidas e a casa que ela sempre desejou. Depois de tudo isto, voltar para seu cotidiano se torna insuportável para ela, que de esposa modelo, passa a não ligar mais para seus deveres.

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Charles é completamente devotado a Emma e acredita que ela esteja doente, sofrendo dos nervos. Neste momento, ele recebe uma proposta de trabalho irrecusável. Um pequeno vilarejo que está sem médico. Esta é uma oportunidade para que ele cresça profissionalmente e também para proporcionar uma mudança de ares para Emma, que está grávida.

Ao chegar em seu novo lar, em uma pequena cidade, Emma conhece Léon Dupuis, o escrevente da cidade. Léon e Emma logo estabelecem uma conexão muito forte, apaixonados por arte e literatura, acabam se apaixonando. Mas Léon tem medo de se declarar e ser rejeitado, pois vê Emma como a mulher perfeita, sem vícios. Emma, por sua vez, se sentindo intensamente culpada por seus sentimentos, passa a se esforçar para ser a mulher mais virtuosa que poderia. O rapaz então resolve ir para Paris, para esquecer seu amor, que ele julga não correspondido.

Emma fica profundamente deprimida com sua partida. Nada em sua vida é como ela idealizou, nem mesmo sente grande afeição por sua filha. E quando ela conhece Rodolphe, um homem rico da região, que faz de tudo para conquistá-la, ela acaba cedendo. Mas Rodolphe não está realmente apaixonado por ela, apenas aprecia a conquista.

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Ao decorrer da história, Emma acaba ficando a cada dia mais cínica e infeliz. Afundando em dívidas e em mentiras. Mas esta tristeza também é idealizada por ela, que sempre se considera uma grande vítima do destino.

Apesar de ser bem difícil gostar de Emma, por seu egoísmo e sua arrogância, há um grande teor feminista em sua personagem, que faz com que possamos nos identificar com ela. Ao descobrir que estava grávida, por exemplo, Emma deseja que seu bebê seja um menino, pois um homem pode criar seu próprio destino, não precisa se submeter as mesmas regras que a sociedade impõe às mulheres.

Madame Bovary atravessa séculos e continua extremamente atual, pois trata de grandes temas universais. Até mesmo a crítica feita por Flaubert aos romances lidos pela protagonista, que a levam a desejar uma vida completamente idealizada, podemos trazer para nossa realidade, onde a exposição às redes sociais muitas vezes tem o mesmo efeito sobre nós, nos fazendo acreditar que a vida das outras pessoas é muito mais feliz do que a nossa.

Uma leitura deliciosa (a escrita de Flaubert é primorosa) e que vai lhe fazer parar para pensar em diversos assuntos polêmicos e necessários.

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#Resenha: Gelo Negro – Becca Fitzpatrick

Quando li a sinopse deste livro, fiquei muito empolgada. Dá só uma olhada:

“Gelo Negro – Britt Pfeiffer passou meses se preparando para uma trilha na Cordilheira Teton, um lugar cheio de mistérios. Antes mesmo de chegar à cabana nas montanhas, ela e a melhor amiga, Korbie, enfrentam uma nevasca avassaladora e são obrigadas a abandonar o carro e procurar ajuda. As duas acabam sendo acolhidas por dois homens atraentes e imaginam que estão em segurança. Os homens, porém, são criminosos foragidos e as fazem reféns. Para sobreviver, Britt precisará enfrentar o frio e a neve para guiar os sequestradores para fora das montanhas. Durante a arriscada jornada em meio à natureza selvagem, um homem se mostra mais um aliado do que um inimigo, e Britt acaba se deixando envolver. Será que ela pode confiar nele? Sua vida dependerá dessa resposta.”untitled

Já quis ler na hora e passei na frente de vários da minha lista de próximas leituras, mas… Acabei gostando bem pouco! Uma pena falar isso de um livro da Becca Fitzpatrick, pois, apesar de ser outro gênero, gostei muito dos livros da série Hush, hush!

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Mas, nossa, este livro me incomodou demais! Principalmente, a protagonista Britt. De cara ela já começa inventando um namorado falso para o ex. Roubando os CDs dele para se vingar. Coisa de criança, praticamente. O livro tenta o tempo inteiro mostrar que ela não é mais a menina mimada e dependente, que ela mesma diz ter sido, mas não convence em nenhum momento. Fora que ela é muito lenta pra enxergar o que está bem na cara. Toda a trama do sequestro, do perigo, o ambiente que por si só já era hostil, foram bem pouco trabalhados.

A parte mais legal da trama, que poderia ter dado muito certo, os desaparecimentos das garotas, antes da Britt, nas montanhas e a mente do assassino foram praticamente não explorados. O prólogo do livro, que aborda esta parte, é de longe mil vezes melhor que o resto todo. O que deveria ser um livro de suspense, virou só um romance meia boca! E olha que não tenho nada contra um bom romance, interessante e bem desenvolvido. Mas este não era nada disso!

Um pena!!!

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#Resenha: Vida Organizada – Thaís Godinho

Apesar de minha preferência ser por livros de ficção, me interessei muito pelo livro Vida Organizada, da blogueira Thaís Godinho. Há alguns meses, várias pessoas começaram a comentar sobre o livro e resolvi conhecer seu blog. Acabei gostando muito de suas dicas e, principalmente, de sua forma de ver a vida. Então, comprei o livro! E não me arrependo nem um pouco…

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Thaís Godinho

Costumo ser uma pessoa bem organizada. Não que tudo fique sempre bonitinho em um lugar, mas, geralmente, sei onde achar tudo que preciso. Mas, nos últimos tempos, a correria tomou conta e sinto falta de organizar melhor meu tempo. Esta foi minha grande motivação para ler o livro da Thaís.

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E logo no começo, ela já me conquistou, citando um amigo:

“Você não deveria ter uma vida organizada, mas uma vida simplificada.”

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Sensacional! Algo tão simples, mas que sempre nos escapa. Ainda neste mesmo capítulo, ela nos mostra a gravidade da situação:

“Porque não estamos mais decidindo entre assistir ao Big Brother ou estudar para a faculdade, mas entre ficar com o filho ou ir à um encontro profissional às 20h.”

O livro é cheio de dicas extremamente úteis, mas não é um manual do que deve ou não ser feito. Pelo contrário, mostra que temos que desenvolver nossos próprios métodos, o que funciona para nossa vida e aos que estão ao nosso redor. E, principalmente, nos motiva a tomar decisões mais acertadas e que liberem nossa vida de cargas excessivas.

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“Esqueça todos os preconceitos que você aprendeu, segundo os quais, para ser uma pessoa organizada, você precisa ser alguém perfeito e dar conta de tudo, absolutamente TUDO. Isso é ilusão. Ser organizado é fazer o suficiente para manter tudo sob controle – o que não é uma tarefa fácil.”

Livro excelente! E já testei algumas dicas no trabalho, que fizeram toda a diferença!

“Portanto, para qualquer coisa na vida que você julgue “dar trabalho”, pergunte-se primeiro qual é a sua motivação para fazer aquilo. Se não for suficiente, não vale a pena. Se for, não encare como trabalho, mas como parte de uma decisão pessoal tomada a fim de que todos à sua volta fiquem bem.”

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#Resenha: Frida – Hayden Herrera

“A única coisa que sei é que eu pinto porque preciso, e pinto tudo que passa pela minha cabeça, sem levar nada mais em conta.”

Frida Kahlo

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Desde que conheci a história de Frida Kahlo, passei a me interessar muito por ela e suas obras. Frida nasceu em 6 de julho de 1907, na cidade de Coyoacán, no México. Apesar de mais tarde afirmar que teria nascido no ano de 1910, ano do início da Revolução Mexicana. Filha de pai alemão e mãe mexicana, com descendência indígena. Quando tinha seis anos, contraiu poliomielite, que lhe deixou uma lesão na perna direita e passou nove meses confinada em sua casa. Neste momento, começava a tomar forma um traço importante de sua personalidade: conseguir enxergar a si mesma como outra pessoa. Uma amiga imaginária.

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“Eu devia ter seis anos quando senti intensamente a experiência de uma amizade imaginária com uma menininha mais ou menos da minha idade. Na janela de vidro do que à época era o meu quarto, e que dava para a rua Allende, eu bafejava no vidro e com o dedo desenhava uma “porta” […] [aqui Frida desenha a janela do quarto de sua infância]. Cheia de alegria e urgência, na minha imaginação eu saía por essa porta, atravessava toda a planície que via à minha frente até chegar à leiteria chamada “Pinzón”. […] Eu entrava pela letra “O” de Pinzón e descia apressadamente para o interior da terra, onde minha amiga imaginária estava sempre à minha espera. Não me lembro da imagem dela, nem da cor. Mas sei que ela era alegre — ela ria muito. Sem fazer barulho. Ela era ágil e dançava como se seu corpo não tivesse peso algum. Eu acompanhava todos os seus movimentos e, enquanto ela dançava, eu contava a ela todos os meus problemas secretos. Quais? Não me lembro. Mas só pela minha voz ela sabia tudo a meu respeito. […] Quando eu voltava para a janela, entrava pela mesma porta desenhada no vidro. Quando? Quanto tempo eu tinha passado com ela? Não sei. Podia ter sido um segundo ou milhares de anos. […] Eu estava feliz. Eu apagava a “porta” esfregando a mão no vidro e ela “desaparecia”. Eu corria com meu segredo e a minha felicidade para o canto mais afastado do pátio da minha casa, e sempre no mesmo lugar, sob um cedro, eu chorava e dava gargalhadas, surpresa de estar sozinha com a minha grande felicidade e com a lembrança tão nítida da minha menininha. Trinta e quatro anos se passaram desde que tive a experiência dessa amizade mágica e, toda vez que me lembro dela, ela torna a ganhar vida e fica cada vez maior dentro da minha cabeça.”

Este, infelizmente, não foi o único percalço na vida de Frida. Sempre inteligente e afrente das meninas de sua idade, Frida era uma das únicas mulheres a estudar na Escola Nacional Preparatória, onde se encontrava a nata intelectual do país. Foi neste momento, até então o seu auge, que ela sofreu um acidente que lhe traria consequências ao longo de toda a sua vida.

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“Foi um daqueles acidentes que fazem uma pessoa, mesmo anos depois do fato, estremecer de horror. Envolveu a colisão entre um bonde e um precário ônibus de madeira, e transformou a vida de Frida Kahlo.”

“Pouco depois que entramos no ônibus houve a colisão. Antes disso, tínhamos subido em outro ônibus, mas como eu tinha perdido minha sombrinha, descemos para procurar e foi por isso que acabamos entrando no ônibus que me destruiu. O acidente aconteceu numa esquina em frente ao mercado de San Juan, exatamente em frente. O bonde veio se aproximando devagar, mas nosso motorista era jovem e nervoso. Quando o bonde fez a curva na esquina o ônibus foi prensado na parede. Eu era uma menina inteligente, mas muito pouco prática, apesar de toda a liberdade que eu tinha conquistado. Talvez por causa disso, não avaliei a situação nem o tipo de ferimento que eu tive. A primeira coisa em que pensei foi em um balero [brinquedo mexicano] com cores bonitas que eu tinha comprado naquele dia e que eu estava carregando comigo. Tentei procurar o brinquedo, achando que o que tinha acontecido não teria maiores consequências. É mentira que a pessoa tem consciência da batida, é mentira que a pessoa chora. Em mim não houve lágrimas. A colisão nos jogou para a frente e um corrimão de ferro me varou do mesmo jeito que uma espada rasga a carne do touro. Um homem me viu tendo uma tremenda hemorragia. Ele me carregou e me deitou em cima de uma mesa de bilhar até que a Cruz Vermelha chegasse.”

Uma barra de ferro atravessou o corpo de Frida, quebrando sua coluna em três lugares, a clavícula, terceira e quarta vértebras. Teve onze fraturas no pé direito, uma luxação no cotovelo esquerdo e sua pélvis se quebrou em três lugares. Além da lenta e dolorosa recuperação, cheia de cirurgias e imobilizações dolorosas, as lesões causadas pelo acidente impediram que Frida conseguisse ter filhos. Apesar de engravidar, sofreu sucessivos abortos.

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“Em suas cartas há notas de humor e alegria, mas que nunca conseguem abafar um refrão mais sombrio: No hay remedio — não há remédio. “É preciso suportar”, ela dizia. “Estou começando a me acostumar com o sofrimento.” A partir do acidente, a dor e a fortaleza tornaram-se temas centrais em sua vida.”

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Foi no período de sua recuperação que Frida começou a pintar. E para saber se deveria prosseguir em uma carreira de pintora, Frida recorreu à Diego Rivera para avaliar seus quadros. Diego já era um dos mais famosos artistas do México, um muralista extremamente talentoso. E se tornaria o grande amor da vida de Frida. Eles se casariam pouco depois e viveriam uma história de amor, admiração, traições e separações sem fim.

“Diego, houve dois grandes acidentes na minha vida: o bonde e você.”

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A biografia de Hayden Herrera é sensacional. Através de inúmeras cartas escritas pela própria Frida e pelos que estavam a sua volta, sua história é contada e podemos mergulhar fundo em seus sentimentos, a ponto de parecer que a conhecemos intimamente. Mas a parte mais fascinante é como toda a sua obra é dissecada, conectando-as aos momentos de sua vida, que por si só já seria extraordinária.

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“É impossível separar a vida e a obra dessa pessoa singular. Suas pinturas são sua biografia.”

Frida é muito mais que um exemplo de superação. Seus ideais, o amor pelo seu povo e por seu país, suas convicções políticas e sua individualidade a tornam excepcional. Até mesmo suas roupas, seus trajes tehuanos, ela consegue transformar em arte.

Sua obra é despretensiosa, não se prende a nenhum estilo, somente retrata o que está no fundo de sua alma.

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“Não estou doente. Estou destruída. Mas me sinto feliz por continuar viva, enquanto eu puder pintar.”

Livro imprescindível para todos os fãs de Frida!

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“No meu corpo inteiro só existe um; e eu quero dois. Para haver dois deles precisam cortar um. É esse um que eu não tenho que eu preciso ter pra conseguir andar, o outro já estará morto! Pra mim, asas bastam. Que eles cortem, e eu voarei!”

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Books, Filmes

Concluindo: Maio/15

Antes tarde do que nunca: a conclusão de maio! Este mês foi especial para os filmes. Como a leitura de It foi demorada, acabei lendo menos do que pretendia. Vamos aos livros do mês, primeiramente!

1º Contato – Carl Sagan

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“Contato com extraterrestres não é sinônimo de homenzinhos verdes desembarcando de um disco voador. É muito mais: sinais captados num radiotelescópio podem conter mensagens capazes de nos fazer repensar toda a nossa concepção da vida e do Universo. Esse é o ponto de partida de Carl Sagan, que, aliando as tensões da melhor literatura ao conhecimento científico mais avançado, compõe um romance que pode provocar em nós todas as reações – menos a indiferença. Em Contato, o que está em jogo é o mundo tal como o conhecemos. Como quem faz uma aposta, Sagan nos convida a uma viagem assustadoramente fascinante pelo buraco negro que é a inteligência humana.”

Contato foi uma leitura arrastada para mim. Apesar de a história ser muito bem desenvolvida. A personagem principal é a Drª Ellie Arroway, que desde criança sempre se interessou pela ciência e mistérios do universo. Uma mente brilhante, após se formar, Ellie é convidada para administrar o Projeto Argus, onde dentre outros projetos, também procura sinais de vida fora da terra. Quando finalmente sinais começam a ser transmitidos por uma estrela, até então praticamente desconhecida, o mundo se volta para eles, esperando respostas. A mensagem transmitida gera inúmeras discussões e controvérsias políticas e religiosas. Minha expectativa era de mais ação. Mas, apesar de ser diferente do que imaginava, o livro é excelente! Com discussões muito válidas, especialmente referentes à fé.

2º Aura – Carlos Fuentes

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Aura é um texto pequeno, mas extremamente envolvente. Quando o jovem historiador Felipe encontra um anúncio de jornal requisitando uma pessoa com exatamente suas qualificações e oferecendo um salário muito melhor do que o seu de professor, ele fica extremamente tentado e até assustado. Ao chegar na casa, conhece a Sra. Consuelo, que deseja que ele traduza e reúna as memórias de seu falecido marido. A casa em que ela vive permanece constantemente na escuridão e poucos detalhes seu olhar consegue captar. A decisão se torna complicada quando descobre que Consuelo pretende que ele more lá até que ele termine seu trabalho. Enquanto ele pensa se deve aceitar, conhece a outra moradora da casa, Aura, uma bela jovem, com penetrantes olhos verdes, como ele nunca havia visto igual. Neste momento, todas as suas dúvidas são esquecidas e ele resolve ficar. Mas as coisas vão se tornando mais confusas e estranhas a cada dia, dentro da escuridão em que vivem. Uma excelente história de suspense!

 3º  It –Stephen King

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A maior leitura do mês! Mas um livro excelente, apesar de, na minha opinião, ter uma cena no final, dentro dos túneis, que somente serviu como shock value. Mas isto não desmerece em nada a história genialmente criada por King! Vale a pena ler!

Agora vamos aos filmes:

Frida – Julie Taymor

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“Frida Kahlo (Salma Hayek) foi um dos principais nomes da história artística do México. Conceituada e aclamada como pintora, ela teve também um casamento aberto com Diego Rivera (Alfred Molina), seu companheiro também nas artes, e ainda um controverso caso com o político Leon Trostky (Geoffrey Rush) e com várias outras mulheres.”

Filme simplesmente incrível! Me emocionei do começo ao fim com a história de Frida, apesar de já conhecer um pouco. Toda a parte estética do filme é extremamente bem feita, os atores são excelentes. Estou terminando o livro em que o filme se inspirou e farei um post especial!

Homem de Ferro 1, 2 e 3

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Continuando a maratona Marvel que tinha começado quando assisti a Vingadores 2: A Era de Ultron, resolvi assistir aos três filmes do Homem de Ferro. Havia assistido somente o segundo filme e não gostava muito de Tony Stark. Tanto que demorou bastante até assistir aos demais. Mas esta má impressão se deve principalmente ao fato de não ter visto o início de sua história. No início do segundo filme, Tony é simplesmente um poço de arrogância e isto encobria suas qualidades pra mim. Gostei muito de assistir na sequência e, mesmo sendo bem mais fraco que os primeiros, não achei o terceiro filme ruim.

O Homem de Aço – Zack Snyder

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“Há anos enviado de Krypton, um avançado planeta alienígena, à Terra, Clark sofre com a derradeira questão: Por que estou aqui? Moldado pelos valores de seus pais adotivos, Martha e Jonathan Kent, Clark logo descobre que ter super-habilidades significa tomar decisões muito difíceis. Mas quando o mundo mais precisa de estabilidade, ele é atacado. E agora, suas habilidades serão usadas para manter a paz ou partir para um tudo ou nada?”

Mais um filme para a sessão super-heróis! Apesar de nunca ter sido meu preferido entre os títulos da DC, gostei deste filme sobre o super-homem. Gostei da construção da história e principalmente de ver a história de seus pais e de seu planeta natal. Achei ótimo também abordarem a desconfiança com que ele é tratado. Seria muito simplista mostrar a humanidade completamente aos seus pés, sem nenhuma dúvida de suas intenções. Ótimo gancho para Batman vs Superman.

X-Men: Dias de Um Futuro Esquecido – Bryan Singer

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“A formação definitiva de X-Men luta uma guerra pela sobrevivência da espécie em dois períodos de tempo em “X-Men: Dias de um Futuro Esquecido”. Os amados personagens da trilogia “X-Men” original juntam-se aos seus eus jovens de “X-Men: Primeira Classe” em uma batalha épica que deve mudar o passado para salvar o futuro.”

Esta era uma continuação que estava ansiosa para assistir. Gostei muito da ideia de trabalhar duas épocas diferentes e da cooperação entre Magneto e Xavier no futuro. Outro ponto positivo foi mostrarem Xavier em seu pior momento, sem toda a aura de superioridade em que ele sempre está envolvido. Afinal de contas, os defeitos e fragilidades dos personagens da Marvel sempre foram seus pontos principais, o que faz com que as pessoas se identifiquem com eles.

Quarteto Fantástico – Tim Story

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“Um desastre atinge uma nave espacial, fazendo com que seus quatro tripulantes sofram modificações em seu organismo de forma a ganharem poderes especiais. Reed Richards (Ioan Gruffudd), o líder do grupo, passa a ter a capacidade de esticar seu corpo feito borracha. Sue Storm (Jessica Alba), sua ex-namorada, ganha poderes que a permitem ficar invisível e criar campos de força. Johnny Storm (Chris Evans), irmão de Sue, pode aumentar o calor do seu corpo, enquanto que Ben Grimm (Michael Chiklis) tem seu corpo transformado em pedra e ganha uma força sobre-humana. Ao retornar à Terra após o acidente logo os novos poderes começam a se manifestar, fazendo com que todos tenham que se adaptar a eles e também à condição de celebridades que os poderes lhes trazem.”

Filme muito, muito fraco. Sofrível! Nem tenho o que falar! Passo.

Jogos Vorazes: A Esperança – Parte 1 – Francis Lawrence

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“Katniss Everdeen (Jennifer Lawrence) encontra-se no Distrito 13 depois de ter literalmente acabado com os jogos para sempre. Sob a liderança da Presidenta Coin (Julianne Moore) e seguindo os conselhos de seus amigos de confiança, Katniss abre suas asas tanto quanto luta para salvar Peeta (Josh Hutcherson) e toda uma nação movida por sua coragem.”

Começa o filme sobre o meu livro favorito da série Jogos Vorazes. Apesar de Em Chamas ser muito bom, gosto demais de A Esperança. Saindo da arena, podemos ter uma visão melhor dos personagens. Os traumas de Katniss, a bondade de Peeta. E partimos, especialmente, para a luta política. Todos os truques para conseguir o apoio popular. Simplesmente incrível! O filme é muito bom, apesar de não conseguir passar toda a intensidade do livro.

Chef – Jon Favreau

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“Depois de perder seu emprego como chef em um famoso restaurante de Los Angeles, Carl (Jon Favreau), para a surpresa de todos, compra um trailer e passa a fazer e vender comida pelas ruas. Cozinhando e conhecendo pessoas, ele redescobre o amor, o entusiasmo pela vida e como a gastronomia pode ser apaixonante.”

Sou até suspeita para falar sobre um filme que tem a paixão pela culinária como mote principal! Amei, amei, amei! Leve e despretensioso. Vontade de viajar naquele food truck agora!