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abril 2015

Books

#Resenha: Como ter uma vida normal sendo louca – Camila Fremder e Jana Rosa

Mais uma resenha atrasada no blog! Abril não está sendo fácil, minha gente. Mas, vamos que vamos! O livro desta semana é um dos mais divertidos que já li, junto com O Diário de Bridget Jones e acabou me lembrando muito dele. Como ter uma vida normal sendo louca, escrito pelas maravilhosas Camila Fremder e Jana Rosa, tem como subtítulo: Dicas para lidar com as diversidades e situações do universo feminino. Mas é muito mais que isso. Ele trata com humor de qualidade todas as pequenas loucuras femininas de nosso dia a dia. Afinal de contas, de perto ninguém é normal.

COMO TER UMA VIDA NORMAL SENDO LOUCA_CAPA

Dá uma olhadinha na sinopse:

“Em Como ter uma vida normal sendo louca: a autoajuda definitiva para todas as mulheres, de todas as idades e em todas as situações, Camila Fremder e Jana Rosa presenteiam as leitoras com dicas sobre as mais diversas situações do dia a dia, desde como se livrar de pessoas chatas em aviões, parecer intelectual, mesmo sem ser, até como dizer a um amigo que ele fede. Além disso, ainda ensina como se comportar na festa do encontro da turma da escola depois de muitos anos passados da formatura. O livro é interessante da primeira à última página e apresenta uma visão muito bem humorada de situações que poderiam constranger qualquer pessoa. O prefácio é de Gloria Kalil.”

Camila Fremder e Jana Rosa

Camila Fremder e Jana Rosa

Tem como não amar?

Quando falo que lembrei de O Diário de Bridget Jones é porque enxergo ela em todas as situações que o livro aborda. Certeza que seria seu novo livro de cabeceira! Mas não vejo só a Bridget nas páginas, vejo a mim e a todas as mulheres que conheço. Todas as situações mais complicadas e hilárias pelas quais passamos e só confessamos para nossos melhores amigos!

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O livro é dividido em vários ensinamentos. A primeira parte é Respeito, Sucesso e Superação, que aborda desde como ser solteira e ser respeitada pela sociedade (Difícil! Muito difícil!), até como seguir a vida após ser taggeada em uma foto feia com muitos likes e comentários. A segunda parte é Amor e relacionamentos. Ri demais com o capítulo: Manual do Psicopata Romântico. Quem nunca teve um desse na vida? E me diverti ao mesmo tempo em que me assustei com os capítulos 7 e 8: o fantasma da ex e o fantasma da próxima. Ninguém entra tão fundo na vida de stalker como nós, mulheres apaixonadas. Ótimo saber que não estamos sozinhas, todos passam por essa fase um dia. A terceira parte, Saúde e Bem-estar, traz o guia da tatuagem errada e dicas preciosas sobre como viver acima do peso sem que ninguém perceba. Na quarta, Vida Profissional e Finanças, elas te ensinam o que fazer se você já passou dos 28 e ainda não se encontrou e como viver no cheque especial. E por último, a quinta parte, Influenciando Pessoas, com o imperdível A mentira nas redes sociais.

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Mais real e identificação imediata, impossível! Todo meu amor por este livro!!!

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“Um livro para todas as loucas normais que levam uma vida como qualquer outra pessoa… Vivendo, estudando, trabalhando, seguindo seus ex agachadas no táxi e forjando acidentes em frente à casa deles, dizendo que foi coincidência e pedindo pra voltar.”
Tatá Werneck

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Books

#Resenha: O Morro dos Ventos Uivantes – Emily Brontë

Que semana corrida, gente! Mas, mesmo com atraso, hoje a resenha do blog é muito especial! Decidi falar sobre O Morro dos Ventos Uivantes, único romance escrito por Emily Brontë. O livro foi lançado em 1847 e é considerado, hoje, como um clássico da literatura. Li, pela primeira vez, quando tinha uns 11 anos de idade e nossa, mudou totalmente minha percepção quanto à leitura. Até então tudo que havia lido era agradável, com mocinhos e mocinhas como personagens principais. E com O Morro dos Ventos Uivantes tudo mudou. Percebi que a literatura pode e deve lhe trazer questionamentos e sentimentos conflitantes. A maioria das pessoas da minha geração irá dizer que foi Harry Potter que despertou o gosto pela leitura deles. Pra mim, foi O Morro dos Ventos Uivantes.

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Há alguns anos atrás no auge de Crepúsculo, o livro de Emily Brontë, antes desconhecido para a maioria, virou febre, pois aparecia como um dos livros favoritos da Bella. Qual não deve ter sido a surpresa da maioria das pessoas quando leram a obra.

Apesar de contar a história de um amor que chega a ser mais forte que a morte, O Morro dos Ventos Uivantes é principalmente sobre vingança. A história começa quando o Sr. Lockwood aluga uma propriedade no campo, Thrushcross Grange. Um dia ele resolve fazer uma visita a seu locatário, que é praticamente seu vizinho, Heathcliff, que mora na propriedade Wuthering Heights (O Morro dos Ventos Uivantes). A personalidade de Heathcliff, assustadora e infinitamente interessante logo chama a atenção de Lockwood, assim como todos os habitantes daquele estranho lugar. Paira no ar uma aura de ressentimento e ódio velado em todos eles. Lockwood fica preso lá por causa do mau tempo e tem sonhos perturbadores. Ao voltar para Thrushcross Grange, fica doente e tem que passar os dias confinado em seu quarto. É neste momento que se vê somente na companhia de sua governanta, Ellen Dean, que desde pequena morou em Wuthering Heights e conhece toda a história da família.

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Heathcliff possui uma história misteriosa. Foi trazido ainda pequeno pelo Sr. Earnshaw, antigo proprietário do Morro, de uma de suas longas viagens. Sua história antes disso é um grande ponto de interrogação. O carinho que o Sr. Earnshaw tinha para com o menino desagrada profundamente sua esposa e seu filho Hindley. Mas sua filha Catherine logo se aproxima do menino, que possui verdadeira adoração por ela. Quando os pais morrem, Hindley já bem mais velho e casado, assume a propriedade e passa a utilizar todos os meios para humilhar e maltratar Heathcliff. Cathy apesar de amá-lo, sabe que terá um futuro melhor se casando com outra pessoa. Seu vizinho, Edgar Linton, por exemplo, que é rico, bonito e a venera.

Cathy é uma personagem extremamente egoísta e impulsiva. Jamais permite que suas vontades sejam contrariadas. Mas realmente ama Heathcliff. Ama, como ela mesma diz, como ama a si mesma.

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“— Não é, não — retrucou ela. — É o melhor! Os outros representam a satisfação dos meus caprichos e do desejo de Edgar. Mas este é em intenção de alguém que compreende, no seu próprio ser, os meus sentimentos para com Edgar e para comigo mesma. Não sei expressar-me bem; mas, sem dúvida, você e todo o mundo têm noção de que há ou deverá haver uma existência para além de nos. Qual seria o sentido de eu ter sido criada, se estivesse contida apenas em mim mesma? Os grandes desgostos que tive foram os desgostos de Heathcliff, e eu senti cada um deles desde o início: o que me faz viver é ele. Se tudo o mais acabasse e ele permanecesse, eu continuaria a existir; e, se tudo o mais permanecesse e ele fosse aniquilado, eu não me sentiria mais parte do universo. Meu amor por Linton é como a folhagem de um bosque: o tempo o transformará, tenho a certeza, da mesma forma que o inverno transforma o arvoredo. O meu amor por Heathcliff lembra as rochas eternas: proporciona uma alegria pouco visível, mas é necessário. Nelly, eu sou Heathcliff! Ele está sempre, mas sempre, no meu pensamento; não como uma fonte de satisfação, que eu também não sou para mim mesma, mas como eu própria. Por isso, não torne a falar da nossa separação: ela é impossível e. . .”

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Quando Cathy decide se casar, Heathcliff vai embora sem dizer uma palavra a ninguém. Anos depois retorna e começa uma vingança contra todos os que os separaram. Uma história sobre como o amor pode ser violento e a vingança ultrapassar todos os limites.

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Heathcliff e Catherine são dois grandes anti-heróis. Cheios de defeitos e muitas vezes cruéis. Mas é impossível não se apaixonar por eles.

“Eu amo o meu assassino… Mas o teu! Como o poderia eu perdoar?”

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#Resenha: Extraordinário – R.J. Palacio

À primeira vista, você poderia imaginar que Extraordinário é um livro infantil. Mas, apesar de em minha opinião, ser um livro que deveria ser obrigatório nas escolas, é muito mais que isso. É um livro para todas as idades e o mais importante que lhe ensinará grandes coisas.

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Extraordinário conta a história de August Pullman, um menino de dez anos, que nasceu com uma rara síndrome genética, que resultou em deformidade facial. Desde bebê passou por 27 cirurgias e foi educado em casa.

“Médicos vieram de cidades distantes só para me ver, parados ao lado da minha cama sem acreditar. Dizem que só posso ser uma das maravilhas da Criação, e até onde veem não conseguem explicar.”

— Natalie Merchant, Wonder

Sua mãe acredita que seria bom para ele começar a frequentar uma escola normal e conviver com outras crianças. Mas seu pai tem muito medo de como ele será tratado. Todos sabem como as pessoas e especialmente as crianças podem ser cruéis, sem pensar. Auggie também fica com medo no começo, mas depois de conhecer alguns alunos da nova escola, decide tentar.

“A única razão de eu não ser comum é que ninguém além de mim me enxerga dessa forma.”

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E todo o aprendizado de Auggie e de seus colegas vai entrar e permanecer no coração dos leitores para sempre. O livro mostra o ponto de vista de vários personagens: Auggie, sua irmã, Via, seu amigo da escola, Jack e vários outros personagens. Isto é muito bom, pois mostra como é difícil para as pessoas que convivem com alguém tão diferente e com o preconceito dos que estão em volta.

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“Se forem apenas um pouco mais gentis que o necessário, alguém, em algum lugar, algum dia, poderá reconhecer em vocês, em cada um de vocês, a face de Deus.”

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“Não precisamos dos olhos para amar, certo? Apenas sentimos dentro de nós.”

“A grandeza não está em ser forte, mas no uso correto da força.”

Meu conselho é: leia! Acompanhar a jornada de August vai ser inesquecível e você aprenderá muito mais do que pode imaginar!

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Concluindo – Março/2015

E lá se foi o mês de março! Passou muito rápido, mas foi bem produtivo para as leituras! Ufaaa… O Goodreads já estava me cobrando! Rsrsrs Durante este mês, li seis livros. De dois deles, fiz resenha no blog: A Resposta, da Kathryn Stockett e A Mulher Calada, da Janet Malcolm.

Para concluir o mês, segue um pouquinho sobre os outros livros lidos:

Bliss – Lauren Myracle

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Quando vi o vídeo sobre Bliss, no canal da Tati Feltrin, já fiquei louca para ler. A história se passa em 1969. Bliss foi criada em uma comunidade, por seus pais hippies. Sempre envolvida em festivais e manifestações. Quando ela completa 14 anos, seus pais decidem mudar para o Canadá e a levam para morar com sua avó, uma senhora rica e tradicional, que tem pavor de tudo que foge da normalidade.  Logo, a avó de Bliss a matricula em uma escola conceituada e pela primeira vez ela terá uma educação formal.

Apesar de todas as diferenças entre ela e seus novos colegas, Bliss não fica sozinha. Todos querem conhece-la, nem que seja apenas pela curiosidade de saber como era viver em uma comunidade. Muito deste interesse, em parte, pois os assassinatos cometidos pela família Manson estão sendo noticiados o tempo inteiro pelos jornais e TV.

Bliss apesar de se adaptar bem e começar a gostar de sua nova vida, também passa por grandes dilemas, como enfrentar o preconceito racial ainda tão vivo, especialmente no momento de integração promovido nas escolas. E tudo se agrava, quando ela resolve ser amiga de uma das meninas mais excluídas da escola.

Além de tudo isso, Bliss tem um dom e começa a ouvir vozes nos prédios da escola, clamando por sangue. E ela não demorará a descobrir que está no centro de uma armadilha.

O livro é muito bom e te prende do começo ao fim. Não fiz uma resenha logo que acabei, porque, confesso, fiquei digerindo o final por uns bons dias. O livro tem um fechamento muito bom, mas não é nem de perto o que o leitor quer. Mas, depois de pensar muito, acho que foi uma decisão muito inteligente da autora. Seria muito fácil de outra maneira!

Infelizmente, o livro não foi traduzido!

Sejamos todos feministas – Chimamanda Ngozi Adichie

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Sejamos todos feministas não foi criado como um livro a princípio. Na verdade, foi uma palestra dada por Chimamanda Adichie para o TED Talks (uma plataforma de diálogo excelente, que está trazendo algumas das melhores discussões dos últimos anos). Chimamanda é uma escritora nigeriana, que tem atraído uma legião de fãs. Seu livro mais famoso, Americanah, está entre os mais desejados da minha lista!!! Principalmente, depois de ter lido Sejamos todos feministas. Que sensacional! Ela já começa seu texto nos contando sobre a primeira vez que foi chamada de feminista:

“Okoloma era um dos meus melhores amigos de infância. Morávamos na mesma rua e ele cuidava de mim como um irmão mais velho: quando eu gostava de um garoto, pedia a opinião dele. Engraçado e inteligente, usava uma bota de caubói de bico pontudo. Em dezembro de 2005, ele morreu num acidente de avião, no sudoeste da Nigéria. Até hoje não sei expressar o que senti. Era uma pessoa com quem eu podia discutir, rir e ter conversas sinceras. E também foi o primeiro a me chamar de feminista. Eu tinha catorze anos. Um dia, na casa dele, discutíamos — metralhávamos opiniões imaturas sobre livros que havíamos lido. Não lembro exatamente o teor da conversa. Mas eu estava no meio de uma argumentação quando Okolomo olhou para mim e disse: “Sabe de uma coisa? Você é feminista!” Não era um elogio. Percebi pelo tom da voz dele — era como se dissesse: “Você apoia o terrorismo!”. Não sabia o que a palavra “feminista” significava. E não queria que Okoloma soubesse que eu não sabia. Então disfarcei e continuei argumentando. A primeira coisa que faria ao chegar em casa seria procurar a palavra no dicionário.”

Só por este parágrafo já podemos notar o quão entranhada está a mentalidade de que o feminismo é algo negativo, coisa de mulheres que odeiam os homens. Sendo que o cerne do feminismo é somente a igualdade. Uma igualdade que apesar do pensamento da maioria, ainda está longe de ser alcançada.

E assim, ela nos conta, em um texto delicioso, sobre várias situações enfrentadas por ela e pessoas próximas ao longo de sua vida e, como, sim, todos nós devemos ser feministas, homens e mulheres.

“Quando eu estava no primário, em Nsukka, uma cidade universitária no sudeste da Nigéria, no começo do ano letivo a professora anunciou que iria dar uma prova e quem tirasse a nota mais alta seria o monitor da classe. Ser monitor era muito importante. Ele podia anotar, diariamente, o nome dos colegas baderneiros, o que por si só já era ter um poder enorme; além disso, ele podia circular pela sala empunhando uma vara, patrulhando a turma do fundão. É claro que o monitor não podia usar a vara. Mas era uma ideia empolgante para uma criança de nove anos, como eu. Eu queria muito ser a monitora da minha classe. E tirei a nota mais alta. Mas, para minha surpresa, a professora disse que o monitor seria um menino. Ela havia se esquecido de esclarecer esse ponto, achou que fosse óbvio.”

O momento não poderia ser mais propício para esta leitura. Principalmente, porque está acontecendo uma verdadeira revolução, mesmo que pouco a pouco, na consciência das mulheres. Uma verdadeira onda de empoderamento feminino. Não são aceitas mais campanhas claramente sexistas, que há alguns anos atrás seriam consideradas perfeitamente naturais. As mulheres lutam, seja em seu trabalho, em seus lares ou até mesmo em seus discursos no Oscar, para incutir consciência sobre a igualdade que desejamos e merecemos.

Leitura obrigatória, para todos os gêneros!

“Minha bisavó, pelas histórias que ouvi, era feminista. Ela fugiu da casa do sujeito com quem não queria se casar e se casou com o homem que escolheu. Ela resistiu, protestou, falou alto quando se viu privada de espaço e acesso por ser do sexo feminino. Ela não conhecia a palavra “feminista”. Mas nem por isso ela não era uma. Mais mulheres deveriam reivindicar essa palavra. O melhor exemplo de feminista que conheço é o meu irmão Kene, que também é um jovem legal, bonito e muito másculo. A meu ver, feminista é o homem ou a mulher que diz: “Sim, existe um problema de gênero ainda hoje e temos que resolvê-lo, temos que melhorar”. Todos nós, mulheres e homens, temos que melhorar.”

Regras da Comida – Michael Pollan

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Regras da Comida é um livro curtinho e despretensioso, mas que traz conselhos simples e funcionais para uma alimentação mais saudável. Se você se interessa por reeducação alimentar e já procurou por blogs e documentários sobre o assunto, já se deparou com a maioria das dicas do livro. Mas, o modo prático e direto, com que são colocadas aqui irá facilitar, e muito, na sua memorização!

Alguns exemplos:

Regra 07 – Evite produtos alimentícios que contenham ingredientes que um aluno do terceiro ano não consiga pronunciar.

Regra 20 – Não é comida se chegou pela janela de seu carro.

Regra 21 – Não é comida se tem o mesmo nome em todas as línguas. (Pense em Big Mac, Cheetos ou Pringles.)

Cilada – Harlan Coben

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E esta foi a última leitura de março. Fiquei louca para ler este livro só de olhar a capa! O livro possui duas tramas paralelas: a de Haley McWaid, uma obediente garota de 17 anos, que nunca cometeu nenhum deslize, mas uma noite não volta para casa e a de Dan Mercer, um assistente social, que é acusado de pedofilia, por um famoso programa de televisão. O subtítulo do livro é Ninguém consegue escapar das próprias mentiras e em todo o livro vamos descobrindo a vida dupla dos personagens. Todos têm algo a esconder, algo que preferiam esquecer. A leitura é rápida e muito gostosa. Mas me decepcionei um pouco com o final. O autor coloca muitos plot twists nos últimos capítulos da história e me deixou com a sensação de correria, de mal finalizado.

Bom, é isso: mês concluído e sensação de dever cumprido! Que venha abril, com livros ainda melhores!!!

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